Conhecer as Dolomitas?

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Viajar para as Dolomitas
"Patrimônio Mundial da UNESCO"

Onde estão as Dolomitas?

As Dolomitas são uma cordilheira nos Alpes orientais, e fazem parte dos cinquenta sites italianos que estão incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A área a que foi dado o reconhecimento abrange 141.903 hectares de território de três regiões de Trentino Alto Adige, Veneto e Friuli Venezia Giulia e cinco províncias de Trento, Bolzano, Belluno, Udine e Pordenone e inclui dezoito picos que se elevam acima de 3.000 metros.

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Estas montanhas são uma atração irresistível para qualquer um que ama a natureza e as alturas. Ao longo do tempo, muitas palavras têm sido usadas para descrever estas montanhas, mas uma coisa é certa, as Dolomitas são um paraíso, um show de diferentes ambientes com rochas, florestas e pastagens.

O surgimento do nome

As Dolomitas foram assim nomeadas após o geólogo francês, Dieudonné Dolomieu, descobrir as propriedades de dolomita, uma região rica em calcário dolomítico, nesta cordilheira, que dá às montanhas uma determinada cor, o branco, que é por isso que elas também são chamadas "montanhas pálidas", mas especialmente ao amanhecer e ao pôr do sol, estas rochas assumem uma cor que varia do rosa ao vermelho fogo, um fenômeno lindo de se ver.

 

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Pela grande beleza da paisagem, a grande extensão das florestas e variedade de trihas para fazer belas caminhadas, assim como opções de escaladas de montanhas, as Dolomitas são uma região de grande atração; o movimento turístico, que é o principal recurso econômico dos habitantes, é favorecido por uma excelente rede de estradas e instalações de alojamento eficientes. Canazei, Ortisei, Selva di Val Gardena, Corvara, Dobbiaco, San Candido, Cortina d'Ampezzo, San Martino di Castrozza, no Brenta, Madonna di Campiglio são resorts de saúde, estâncias de férias e de esportes de inverno entre as mais visitadas da Europa.

Um lugar para viver e desfrutar

Por sua beleza sublime, a paisagem única e seus recursos geológicos e geomorfológicos, As Dolomitas entraram oficialmente como parte do Patrimônio Mundial Natural partir de 26 de junho de 2009. Nove áreas em cinco províncias, representam um total de 231.000 hectares que a 'UNESCO reconheceu como de um valor universal excepcional para toda a humanidade, que deve ser preservado e transmitido às gerações futuras.

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As linhas suaves das clareiras, o desenvolvimento súbito de paredes verticais de rocha poderosas, a extraordinária variedade de cores e geológica importância, e naturalista geo-morfológica, faz das Dolomitas o destino perfeito para as pessoas que amam esportes, natureza e relaxamento.

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Em cada estação estas paisagens oferecem algo único e emocionante, como o despertar da natureza na primavera, a vitalidade do verão com a sugestão de subidas nas montanhas ou simplesmente caminhar no vale, as cores ricas do outono ou do branco inverno em silêncio.

O que fazer nas Dolomitas?

Um bom exemplo do que é ideal para aqueles que desejam passar as suas férias nas montanhas é praticar atividades ao ar livre e esportes, caminhadas no verão e esqui no inverno. São atividades prazerosas e que podem ser feitas com toda a segurança!

Arte e cultura

Entre aldeias e cidades cheias de esplendor, as Dolomitas certamente é um lugar fantástico para se passar até mesmo um feriado entre arte e cultura. Igrejas, museus e monumentos irão impressionar os viajantes mais exigentes. As viagens de um vilarejo para o outro estão entre as atividades favoritas dos que querem realmente experimentar a beleza das Dolomitas e descobrir seus lugares extraordinários e encantados. O período sazonal mais conveniente para excursões é a que coincide com a abertura de abrigos.

O que ver em Dolomitas

Onde quer que você vá, nas Dolomitas, há sempre algo para se impressionar; quer se trate de uma montanha, um lago, um vale, aqui tudo gira em torno da beleza, entendida no seu sentido mais profundo.

Não é por acaso que esta vasta cadeia de montanhas já faz do Patrimônio Mundial Natural há anos. As Dolomitas são parte do Oriente dos Alpes italianos, incluindo as províncias de Belluno, Bolzano, Trento, Vicenza, Verona, Udine e Pordenone.

COMO IR NAS DOLOMITAS A PARTIR DE VENEZA?

Na verdade, existem as Dolomitas de Brenta, no oeste Trentino, entre o Vale do Sol Rendena e Lavalle, com picos famosos, como o Campanile Basso e o Crozzon Brenta. Existe também o grupo do Pale di San Martino, no Primiero com o Cimon della Pala, Vezzana, Sass Maor, o Marmolada, a Rainha das Dolomitas, em outras palavras, o pico e o ponto glacial maior em Val di Fassa também compõem essa esfera.

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Em Alto Adige, encontramos as montanhas escarpadas, com as torres de Vajole, do grupo de longo Sasso e o Odle e Puez, entre Val Gardena e Val di Funes; o grupo da Sela entre Pordoi e Passo Gardena. Na Província de Belluno, em vez disso, nós conhecemos as Dolomites de Cortina e as de Cadore. Tal como um lugar para visitar, Moena é chamada a pérola do Val di Fassa.

As Dolomitas, como mencionado anteriormente, abrangem três regiões. Por isso, torna-se demasiado longo e esse texto ficaria enorme se fosse falar sobre tudo o que elas oferecem.

É por esse motivo que agora vamos descrever em poucas linhas apenas alguns dos locais mais atraentes, a fim de direcionar você para os melhores locais em sua viagem.

Moena, por exemplo, é um desses lugares, no meio das Dolomitas. É um importante destino turístico no verão e no inverno, graças às instalações modernas que podem satisfazer até mesmo os turistas internacionais. Moena é dominada pela igreja gótica de San Vigilio, a partir da torre do sino e torre da antiga igreja de St. Wolfgang, datado de 1000 d.C.

Moema. Fonte Club Amici VeRi

Moema. Fonte Club Amici VeRi

Igualmente interessantes são San Martino di Castrozza com Cortina d'Ampezzo e Madonna di Campiglio, que compõem o triângulo mais famoso de hotéis nas Dolomitas. O primeiro hotel, na verdade, remonta a menos de 100 anos atrás, quando a área se tornou um destino para exploradores em busca de pontos de vista de tirar o fôlego.

San Martino di Castrozza

San Martino di Castrozza

Para acolher os peregrinos mais aventureiros, em primeiro lugar, havia um antigo mosteiro que remonta a 1000, perto da Rolle passar. De 900 em diante San Martino surge como um centro turístico, em particular após o período de reconstrução que teve lugar após a Segunda Guerra Mundial. A cidade foi construída em um vale gramado, cercada por uma densa rede de bosques e oferece aos visitantes uma vista das Dolomitas realmente emocionante.

 

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Falando sobre a famosa Madonna di Campiglio, agredida durante o inverno por turistas de todo o mundo, ela oferece instalações modernas e suficientes para satisfazer uma demanda cada vez mais crescente.

Curiosidade

O Val di Non, localizada em Trentino, conserva o maior número de castelos, ruínas, algumas transformadas em verdadeiros museus. Entre estes lembrando do Castelo de Thun, em Cles, pertencente à Província Autónoma de Trentino, o Castelo de San Michele, em Ossana, Castelo Caldes e o Castelo Andraz, que data do século XI, e é o simbolo do território de Belluno.

Nas Dolomitas, o sinal usado para chamar o resgate é marcado pelo lançamento, a cada dez segundos, por seis vezes de um sinal sonoro ou visual, com pausas de um minuto.

O paraíso do povoado de Ladin e sua cultura

Os Ladins são um povo de tradições antigas, que hoje buscam perpetuar e preservar com orgulho e dignidade a sua história. São parte de uma minoria cada vez mais acentuada e hoje você pode contar com 55.000 Ladin, divididos entre o Trentino Alto Adige e Veneto.

Sua língua falada é Ladin, com origem Rhaetian, uma linguagem que, após o insediamento dos romanos nos Alpes, foi falada em uma vasta área nos Alpes, da atual Suíça até a alta Lombardia.O Ladin, cujo términe vem de Latino, é uma língua românica com suas próprias gírias, que ao longo dos séculos, desenvolvel um entrelaçamento muito forte com as línguas vizinhas de italiano, francês e alemão.

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Para apreciar e compreender plenamente a cultura Ladin você pode visitar o Museu de História Usos e costumes do povo Ladin, em Pieve di Livinallongo.

Informações úteis sobre Dolomites

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Como se locomover

Em Dolomites é possivel se mover com facilidade, graças à presença de rotas cênicas para atravessar a pé ou de bicicleta, ônibus e linhas de uma rede ferroviária eficiente que podem levá-lo onde quiser.

Linhas de ônibus

Trentino Alto Adige: Para os deslocamentos internos, existe uma ótima linha de ônibus que partem principalmente de Trento. Você pode tomar o ônibus de Trentino Trasporti Esercizio Spa no Alto Adige ou a companhia de ônibus da Sad em Bolzano.

Há também empresas de transporte privadas que oferecem viagens em táxis confortáveis, mini-autocarros e autocarros com veículos equipados com todo o conforto; transferências de e para estações ferroviárias, aeroportos, hotéis em Val di Fassa, Val di Fiemme e das Dolomitas; shuttle e esqui; motorista e aluguel de autocarros e mini-autocarros.

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Belluno: A compania de ônibus Dolomitibus é a empresa que trabalha em toda a área, conectando durante o inverno os grandes centros urbanos com as estâncias de esqui. Os terminais são, Feltre e Belluno.
Também existem táxis e autocarros que levam a Cortina e a outras cidades do Alto Belluno.

Friuli: A área do Friulian Dolomites pode ser alcançado através de uma linha de serviço que cobre diariamente Trieste, Udine, Tolmezzo, Forni di Sopra, Auronzo-Calalzo, Pieve di Cadore, ou com ônibus com partida de Pordenone.

Trem

Em Trentino Alto Adige, as principais estações são: Trento, Rovereto, Bolzano, Brixen, Sterzing e Brenner.
A linha de Trento, Malè-Marilleva entre Val di Non e Val di Sole.

A infra-estrutura ferroviária na região de Trentino Alto Adige abrange um total de mais de 360 km de linhas e mais de cinquenta estações.

Belluno: as estações mais importantes são Feltre, Belluno e Calalzo, onde há táxis e ônibus que levam até Cortina e outras cidades do Alto Belluno.

Friuli: a partir das estações de Carnia, Pordenone, Sacile, Udine e Calalzo di Cadore você pode tomar ônibus confortáveis, que percorrem toda a área.

Aeroporto

Trentino Alto Adige: os aeroportos mais próximos são Marco Polo, a 250 km, e Linate e Malpensa, em Milão, 280 km,
Belluno: apesar de Belluno está equipado com um pequeno aeroporto, o maior aeroporto seria o de Venezia o Marco Polo, 101 km

Friuli: Os aeroportos mais próximos são Ronchi dei Legionari de Trieste e Veneza Marco Polo.

E seja bem vindo nesse paraiso!

MAIS DICAS:

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Como Chegar na Itália?

A Itália é muito bem conectada por via aérea com todo o resto do mundo, mas é possível também chegar ao país de trem, pelas autoestradas e até mesmo pelo mar.

De avião

Viajar de avião para a Itália é fácil, graças a uma ampla oferta de voos presentes em todo o território. As conexões entre as cidades são várias, assim como os serviços aéreos de Roma e Milão para todos os aeroportos italianos. No país há quase quarenta aeroportos de médio e pequeno porte por todas as regiões italianas (exceto Molise e Basilicata). Os principais pontos de chegada seja intercontinental que internacional da Itália são o Aeroporto Leonardo da Vinci de Roma Fiumicino e o Aeroporto Malpensa de Milão, mas quase todos os numerosos aeroportos italianos tem ligações internacionais. A oferta de voos seja pelas companhias tradicionais, seja pelas linhas low cost é ampla e cobre um vasto número de destinações. A Itália é ligada por via aérea com a maior parte das nações europeias e com todos os continentes.

COMO IR DO AEROPORTO DE ROMA PARA O CENTRO DE ROMA?

ou

COMO IR DO AEROPORTO MALPENSA PARA O CENTRO DE MILANO?

ou

COMO IR DO AEROPORTO DE VENEZA PARA VENEZA CENTRO

 

De trem

O fascínio da viagem de trem não acaba nunca, se o objetivo é a Itália. Os serviços existentes para os deslocamentos seja diurnos que noturnos, entre a Itália e o resto dos países europeus, são caracterizados pela alta qualidade, pelos curtos tempos de viagem e pelo excelente conforto. É aconselhável (e às vezes obrigatório) reservar os lugares a se sentar.  A Itália dispõe de uma ampla rede ferroviária que une quase todo o território nacional com uma oferta de trens regionais, Intercity e de alta velocidade. 95% das linhas operantes são administradas pela Trenitalia, que garante mais de 7.000 trens por dia (e quase a metade deles circulam na hora do rush). Há vários tipos de trens: locais, diretos (DIR), regionais (R) e intermunicipais (IR) que param em todas as estações intermediárias. Os mais velozes e de longa distância são o Intercity (IC) e o Eurostar (ES) que param apenas nas cidades maiores. Depois temos os trens Eurostar Italia de alta velocidade, os famosos “freccia rossa”, que conseguem atingir a velocidade de 300 km por hora.

QUAL É A DIFERENÇA DOS TRENS NA ITÁLIA?

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De carro

Há duas rodovias principais que ligam o Norte e o Sul da Itália: a Autostrada del Sole (estrada A1, que passa por Milão, Bolonha, Florença, Roma e Nápoles) e a Adriatica (estrada A14, que liga Bolonha, Ancona, Pescara, Bari e Tarento). Nas rodovias é necessário pagar pedágio. É possível fazer o pagamento em dinheiro ou em cartão de crédito. A rede de autoestradas europeias e a presença de diversos cruzamentos facilitam o acesso à Itália de carro ou moto. À Península se pode chegar da Áustria, da França, da Suíça e da Eslovênia. Os principais cruzamentos de entrada abertos todo o ano são: o túnel de Monte Bianco que da Chamonix lida a França até a autoestrada A5 para Torino e Milão, o túnel de Gran San Bernardo que liga a Suíça sempre com a autoestrada A5, o Passo del Brennero, através da Áustria, que se une a autoestrada A22 em direção a Bolonha. Os túneis alpinos normalmente são fechados no inverno, e às vezes, também no outono e na primavera, por causa da neve.

VIAJANDO DE CARRO NA ITÁLIA: EXEMPLO DE ROTEIROS

Espero que isso tenha sido útil para você!

Recomendo que, para complementar esse artigo, você leia também os seguintes posts:

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Grande abraço da Itália,

Ana Patricia

 

Ana Patricia Da Silva
Meu nome é Ana Patricia, ítalo-brasileira, vivo há 12 anos na Itália, sou formada em Scienze del turismo pela Universidade da Calábria, com um master em Turismo Cultural, sou a única guia de turismo em língua portuguesa na Calábria, além de ser a fundadora de Touristico - Consultoria Turistica Italia Brasil.

O objetivo principal desse blog é passar informações turísticas sobre a Itália para pessoas que estão planejando a sua viagem para esse país maravilhoso e contar um pouco mais da Itália turística e da Itália menos turística, e tantas vezes justamente por isso mais autêntica.

O nosso blog dará soluções turísticas para aquelas pessoas que gostam de organizar a sua própria viagem assim como para aquelas pessoas que gostam de viajar com algumas comodidades: como city tours com guias em línguas portuguesas, bilhetes de monumentos e de trens reservados, transfers nos aeroportos e estações ferroviárias etc..

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10 Comments on Conhecer as Dolomitas?

  1. Alexandre Mendonca | 25 de abril de 2016 at 09:57 | Responder

    É uma viagem surreal !! Depois de contornar todo à margem leste do lago di Garda até Riva, fomos de Bolzano a Cortina D’Ampezzo atravessando o Dolomitas !
    Na beira do lago a 22ºC e lá no topo 0º C !!! Fantástico… E ainda por cima tivemos a sorte de pegar um lindo final de tarde e por do sol refletindo nas rochas, de um alaranjado indescritível !!!
    Recomendo a qualquer fazer isso na primeira oportunidade que aparecer !!!

  2. Olá Ana Patricia. Acabei de ler seu post. Muito obrigada por compartilhar sua experiência.
    Estou com dúvida em qual cidade visitar nas Dolomitas: Bolzano ou Cortina D’Ampezzo.
    Iremos [de carro] no início de maio do ano que vem e vamos ficar apenas 3 dias (o dia da chegada, mais um dia e o dia da saída).
    Não consigo decidir qual cidade é melhor para visitar na primavera.
    Se você conseguir me ajudar, você me salvaria.
    Graciele

  3. Oi, Ana, muito bom vwr tanta informação sobre as Dolomitas, pena que só vo agora! Estive lá no ano passado e já tenho o destino como um dos meus preferidos. Cheguei a Cortina a partir de Veneza,dormi no Lago Misurina e no dia seguinte dirigi o dia todo pelas estradinhas sinuosas e lindas entre passos. Dormi em Val di Funes e no dia seguinte fui ao paraiso: Alpe di Siusi. Compartilho informaçoes no me blog mulhercasadaviaja.com/destinos/europa/italia-2/alpes-dolomitas/

  4. Lina Dias Ribeiro | 9 de julho de 2017 at 10:41 | Responder

    Excelente blog, com dicas sobre um país espetacular como a Itália.Os meus parabéns. Vai-me ser muito útil. Este ano o meu percurso inclui as Dolomitas e o Valle Aosta com umas incursões na Suíça (St. Moritz e Lugano). Entrarei na Itália pela Eslovénia. Estou a aproveitar as suas dicas.

  5. Katiane Dutra Coelho | 10 de julho de 2017 at 11:59 | Responder

    Olá, Ana!
    Muito boas suas dicas!
    Estou apaixonada pelas Dolomitas e quero muito ir, mas qual seria a melhor época, quando os dias são mais limpos, de céu mais azul?
    Obrigada e parabéns pelo site!
    Katiane.

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